Lory era uma garota do Kentucky, que eu cruzei uma vez em uma estação de trem em Elizabethtown. Esperávamos o mesmo trem. Trocamos palavras. Falei do tempo seco. Ela disse que estava acostumada. Contei que morava em uma cidade que era chamada no passado de terra da garoa. Soltei uma gargalhada interna. Ela não entendeu nada, e nem se esforçou, abaixou a cabeça e sorriu generosamente. Vi um caderno e um lápis em suas mãos, e dei um sorriso. Ela retribuiu o sorriso, desta vez bastante cúmplice, e abriu seu caderno para mim, lendo o que acabara de resenhar.
"Abri os olhos. Você não estava lá. Disse BOM DIA da mesma forma, e olhei no relógio ... 11:11H. Hummm !!! Estava mais lá do que qualquer outro dia."
Lory imediatamente levantou a cabeça em direção ao relógio da estação, e me disse ... Hora do trem partir. Eu disse ... É ... Doze horas e doze minutos !!! O trem vai partir ... Seguimos no silêncio de nossos pensamentos. Ela sorria com a certeza de que estavam pensando nela naquele momento. Eu me perguntava onde ficava Elizabethtown.
Depois que você se foi, eu fugi com o circo, li Clarice, ouvi Koko Taylor e senti sua falta. Hoje, um ano depois, eu continuo sentindo sua falta. Feliz por não ter te esquecido. Te amo ! BARAKA !!!
Nessuna opera d'arte erotica è una porcheria, quand'è artisticamente rilevante, diventa una porcheria solo tramite l'osservatore, se costui è un porco. Egon Schiele